NAMORO SANTO S2

Compromisso deve ser levado a sério porque você só tem um coração e uma vida.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Minha vida não é um carnaval: como arrumar este problema?

Como é triste neste época de Carnaval ver tantos jovens preenchendo o vazio da alma com bebidas e momentos de euforias. Muitos cristão aproveitam este momento para colocar críticas não construtivas sobre cristãos débeis na fé que participam do Carnaval.
No fundo, eles queriam estar junto com estas pessoas e preferem colocar a fantasia de "julgadores" para mascarar suas fraquezas. Senti vontade de escrever sobre este assunto porque este ano não estou em retiro e fiquei a pensar sobre o Carnaval. Por que tantos cristãos desviam nesta época? Muitos estão doentes da alma e preferem camuflar os problemas não resolvidos indo para retiro com motivos tão errados quanto estar no bloco do Carnaval.
apresentam como motivo arranjar namorado, fugir da realidade familiar, fazer amigos novos e por último, ser curados na alma e espírito.
Quando lemos sobre as atitudes de Jesus com o pecador podemos ver que ele focava o sentimento da pessoa e procurava trazer o entendimento sobre a situação. Não vemos Jesus jogando as fraquezas das pessoas e sim, derramando o tempo todo compaixão e amor.
Precisamos estar preparados para amar estas pessoas depois do Carnaval quando retornam a realidade. Nosso papel é viver a vida de Deus, salgar a Terra e dizer que ainda existe uma chance de arrependimento: Jesus está voltando!
Não seja mais um daqueles que jogam pedras nas pessoas porque não conseguem se arrepender de seus pecados. Sempre é tempo de purificar-se como o leproso que adorou o Senhor e reconheceu que precisava de mudança: a cura da enfermidade da alma e cura do corpo. Quanto tempo ele foi rejeitado, posto à margem da sociedade, sem receber um abraço amigo, um sorriso ou mesmo participar de uma comemoração.
A sociedade está repleta de pessoas com a vida bagunçada como um Carnaval e precisam ser ajudadas nesta hora. Precisam de incentivo para vencer a multidão de pensamentos de derrota e sentimento de inferioridade. O centurião era um patrão que apesar de ser autoridade, não deixou de compadecer-se com a dor do seu servo e pediu a Deus para curar o servo.
Precisamos ter cuidado para não adotarmos uma postura de superiores e termos empatia pela dor do próximo como se alguém da família.
Neste Carnaval é tempo de mortificarmos a nossa carne e orarmos para que muitos se arrependam.

Escrito por Liza Lima - Colunista do Ponto das Igrejas

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